Brasileiros são mais favoráveis ao consumo de produtos sustentáveis, indica pesquisa

eco-shopping-cart-300x300A Unilever encomendou à Europanel um novo estudo sobre a relação dos consumidores e o impacto ambiental. A pesquisa revelou que 33% dos consumidores são favoráveis às marcas que produzem positivamente um impacto ao meio ambiente. Ao todo foram ouvidas 20 mil pessoas em cinco países: Brasil, Índia, Reino Unido, EUA e Turquia.
A curiosidade é que esta tendência é mais forte em economias emergentes. Entre os índices, apenas 53% das pessoas têm esta preocupação no Reino Unido, 78% nos EUA, enquanto que na Índia, o percentual vai para 88% e, no Brasil e na Turquia, 85%.

A pesquisa indicou também uma grande oportunidade de negócio às empresas que investirem nas questões ambientais, já que 21% dos entrevistados preferem marcas que invistam em sustentabilidade nas próprias embalagens ou em suas peças de divulgação.

Algumas marcas com apelo sustentável da Unilever tiveram um desempenho positivo, exemplos da Dove, OMO, Hellmann’s, Lifeboy, VIM e Ben & Jerry’s. Estas marcas tiveram um crescimento conjunto 30% mais acelerado que as outras marcas da companhia, além de propiciarem metade do crescimento global em 2015.

“A pesquisa confirma que a sustentabilidade é, de fato, um incremento desejável para os negócios. Para obter êxito global, especialmente em economias emergentes, as marcas precisam ir além das áreas de foco tradicionais como desempenho de produto e acessibilidade. Ao invés disso, precisam agir depressa para demonstrar suas credenciais sociais e ambientais e mostrar aos consumidores que, além de bem geridas, são confiáveis no que tange ao futuro do planeta e das comunidades”, destacou Keith Weed, chefe global de Marketing e Comunicações da Unilever.

Entre as razões pra este maior engajamento do consumidor em causas ambientais estão a preocupação com os impactos nocivos das indústrias como a escassez de água, energia e alimentos, qualidade inferior do ar e a influência positiva junto aos familiares e amigos na compra de produtos mais sustentáveis.

Com informações do portal New Trade (10.1.17)

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