Novo coronavírus mobiliza o mundo

A pandemia que transformou as relações humanas também aumentou a responsabilidade social de atividades essenciais

O ano de 2020 entrará para a história mundial pela forma como as relações estão se transformando em função da pandemia do novo coronavírus. Com taxas de crescimento exponencial de alguns setores, todos têm se dedicado à prevenção da saúde e a trabalhar para minimizar os prejuízos causados pela contaminação da Covid-19. O sistema de distanciamento social, instaurado em diversos países, por recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), alterou a forma como todos lidam com suas rotinas. Diante desta realidade, para que o impacto seja o menor possível, o setor de alimentos trabalha intensamente para manter o abastecimento.

De acordo com o Ministério da Saúde, os primeiros vírus da família coronavírus foram identificados em meados da década de 1960. O novo coronavírus é uma variação, que causa a doença chamada Covid-19. Este nome foi dado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no dia 11 de fevereiro deste ano, após o surgimento dos primeiros casos na China, que foram apontados como pneumonia, inicialmente.

A Tailândia foi o primeiro país, após a China, a detectar casos de infecção, que logo chegou ao continente americano, mais precisamente, aos Estados Unidos da América (EUA). Assim, começou a política de isolamento no primeiro foco, a China. Ao final de janeiro, a Europa registrou seus primeiros casos, que acarretaram um surto, tendo como epicentro a Itália, que hoje já ultrapassa os 32 mil mortos, apesar de já haver indícios de contenção da infecção.

O primeiro caso registrado no Brasil, no dia 26 de fevereiro, foi de um paciente de 61 anos, recém-chegado de uma viagem à Itália. Com o crescimento da curva de contaminação no mundo, no dia 11 de março, a OMS declarou pandemia.

Hoje, o Brasil já tem mais de 376 mil pessoas contaminadas e mais de vinte e três mil óbitos pela doença. Por isso, as medidas de distanciamento social, altamente recomendadas pelos órgãos de saúde, são uma realidade em todos os estados brasileiros. Em São Paulo, o estado de quarentena foi declarado, com fechamento do comércio, mantendo-se o funcionamento apenas de serviços essenciais, como o do setor de alimentos, incluindo-se a categoria de alimentos para fins especiais e medicamentos. A intenção é que o pico, previsto para maio, tenha efeitos menos severos.

Com as novas medidas, foi necessário reinventar as relações profissionais e pessoais. Hoje, aplicativos de vídeo chamadas mais que duplicaram seus números de downloads, pois são essenciais no ambiente corporativo. A ABIAD é uma das entidades que aderiu ao distanciamento social para preservar a saúde de seus colaboradores e associados, respeitando as recomendações mundiais. Além disso, o setor de alimentos para fins especiais com a maior parte de seu portfolio dentro da essencialidade de alimentos, segue trabalhando ativamente neste momento essencial e a entidade passou a integrar o Comitê de Crise da GGALI, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

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